domingo, 6 de março de 2011

Amor, eu sei...

Alguns pequenos planos (grandes).
Um futuro, quem sabe, tão mais nosso.
É um pouco meu, um pouco seu.
Muito de nós dois.


terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Mais uma vez [...]

Saudades e indecisão: as duas palavras mais freqüentes dos meus últimos dias.



A dor é exclusivamente sua. Ninguém a sente por você, e além disso, como você a sente; é único, desolado, uma ruína dentro de si mesmo. Você encontra maneiras de encobrí-la, mas de nenhuma forma ela se dissolve como açúcar colocado em um copo d'água.  Nada mais vai ser como antes, e talvez a dor esteja escondida aí. É como se diz, tentar encobrir o Sol com a peneira [...]
Estou tentando, juro que sim. Descobrindo, quem sabe, novos horizontes para amenizar essa ferida não cicatrizada, eterna. Eterna como a sua falta [...]



domingo, 13 de fevereiro de 2011

Entrelinhas.

Tudo acaba se tornando puro mistério. O fato de encontrarmos pessoas através de outras, a necessidade de estabelecer ligações e além disso, a vontade de mantê-las. Me pergunto ás vezes se há algum motivo, alguma razão. Quem sabe sim, quem sabe não. Afinal, como saber? Aos poucos, as pessoas vão se tornando próximas, vão aproximando laços. Mas na verdade, nunca ninguém vai saber explicar o sentido de tudo isso. Talvez já haja um sentimento que o defina, mas é melhor não citá-lo. Deixe-o transparecer, quem sabe, ler as entrelinhas.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Eterno, nada mais.

Há tempos não tenho o que dizer. Me pego pensando se ás vezes transformo sentimentos em palavras, ou palavras em sentimentos. Tenho me sentido sozinha e um pouco perdida. Quem sabe apenas seja a falta que me faz. Apenas? Modesto seria. Nada disso! Apenas é limitado. O que sinto é muito maior.  Tenho pensado em tudo que você não viu [...] Insano! Tantos sonhos que me retornam a memória... Aqueles risos emblemáticos e aqueles comportamentos instintivos. E que lindo! Seu jeito e suas manias.  Lembranças, fotos, presentes sinceros. Presentes de compreensão, amizade, irmandade, eternidade. Sim, eterno. Eterna saudade. Eterna, você. Eu lembro de tudo e vejo que loucura essa vida é.  Não há nada maior que isso. Nada mais intenso que tudo isso que você levou de mim, e que nunca mais vai voltar. Só espero, que em qualquer lugar, que tudo isso, nunca, seja esquecido. Só sei que sinto sua falta [...]






quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Melhor amiga, irmã de coração.

Mais fácil seria escrever se você estivesse aqui, mas agora você não está. Todas as lembranças, todo este amor, toda essa falta... Nada se explica. Lembrarei da gente aos 7 anos, brincando em piscinas de barro, se escondendo atrás de pedras e sendo picadas por abelhas. Lembrarei das nossas noites sem dormir, jogando baralho, ou apenas atormentando a minha avó. Ou também, das madrugadas frias em que nos aventuramos a pular na piscina, ou contar histórias de terror. Lembrarei das nossas brigas sempre acabadas com abraços e lágrimas, sem esquecer dos pedidos de desculpas prolongados.  Lembrarei dos nossos planos de fugas, dos planos de comprar um apartamento e morarmos juntas. Lembrarei dos nossos tombos e machucados feios, dos trabalhos escolares, daquela proteção eterna que só você tinha. Lembrarei das nossas festas juntas, e dos segredos que só você sabe, e aqueles que só eu sei também. Lembrarei daqueles seus momentos de histeria em que você só precisava de alguém para chingar. Lembrarei das nossas viagens e aventuras, daquelas vezes que ríamos sozinhas por motivos que só a gente sabe. Lembrarei das tardes em que não fazíamos nada, apenas ficávamos conversando sobre a vida. Lembrarei de todos as barras que enfrentamos juntas, em relação a tudo. Você sempre esteve comigo, e eu sempre estive com você, independentemente do que digam. Claro, não posso esquecer daquele seu senso de humor que difere de qualquer outro, e que ás vezes me bagunçava toda. E definitivamente, obrigada. Obrigada por tudo, por dividir praticamente 11 anos de sua vida comigo. E sim, a gente viveu exatamente todo esse tempo, bem perto uma da outra, sem pedir nada, a não ser essa amizade.  Somos metade uma da outra, sempre foi, e sempre vai ser assim. Agora você é meu anjo, e eu te peço proteção. Eu te amo além de qualquer coisa. 

domingo, 5 de dezembro de 2010

Geralmente.

Geralmente, temos a tendência em ressaltar apenas os lados negativos dos ''fins'' de nossa vida, o que geralmente, não deveria acontecer. Aquela famosa frase de que há males que vem para bem, é bastante significativa. Nem tudo que acontece é para nosso sofrimento, de forma exclusiva. Claro que não! Ás vezes as coisas acontecem apenas porque deveriam acontecer, e é simples assim. Criamos uma certa complexidade sob tudo isso, e acabamos nos machucando sozinhos. Com os fins, nós crescemos, aprendemos, damos valor para pessoas, sentimentos, ao passado [...] A maturidade se sobressai com o passar dos anos. Aprendemos a dar mais valor a razão que a emoção. Aprendemos que nem todas as pessoas são dispostas a ser o que realmente precisamos, e apenas o que devemos fazer, é aceitar. Novamente e geralmente, eu escrevo sobre as mesmas coisas, mas que provêm de acontecimentos distintos, demonstrando que tudo que aprendo com os fins e decepções, e até mesmo alegrias, são coisas comuns. Amadurecimento, olhar crítico, menos inocência, e me sinto de certa forma, bem. Ao mesmo tempo que cresço, continuo agindo da mesma forma, o que é totalmente contraditório. Queria mudar meu presente, o que seria possível se eu mudasse meu passado. Sobretudo, o tempo não volta, o que me faz pensar que tomei atitudes inconcretas. Indefinido, quem sabe até assim, esquecido [...]

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Case-se comigo!

"Nós éramos jovens, mas eu acreditava que o tudo que sentíamos era maior que todas aquelas proibições. Conspirava aquele lugar a nosso favor: belos campos, repletos de árvores e paisagens magníficas. E era perto daquelas videiras em que eu o encontrava. Amor proibido, sincero, real... Eu o amava debaixo daquelas árvores e corríamos feito crianças por aqueles campos. Certo dia, nos encontramos exatamente no mesmo lugar, e ele disse: "Case-se comigo!"  Minha reação foi confusa, ao mesmo tempo em que eu desejava estar com ele, as proibições estabelecidas entre nós gritava-me o coração. "Fuja comigo, não haverá o que temer." - acrescentou ele. Era tão doce aqueles olhos, diferentes de todos que já tinha visto. Ele sorria-me como um adolescente com novas idéias e planos. Mas o que era todo resto diante de todo o amor que sentia? Eu aceitei, receosa, mas ele me pegou em seus braços e me beijou de uma maneira que eu nunca me esqueci. Aquele corpo quente junto ao meu, lábios de mel... Eu realmente o amava e o que mais queria, era ir embora dali, com ele, pra sempre [...]"