sexta-feira, 15 de outubro de 2010

[...]

O amor, de vez em quando, deveria ser o suficiente.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Nostalgia constante.

Nostalgia tem me definido nos últimos dias. Tenho lembrado de todas as pessoas que já passaram pela minha vida, aquelas que partiram, ou que ainda estão presentes, e algumas vezes, isto é triste. Lembrar daqueles que foram mais que simples amigos, que me ajudaram a crescer, a enxergar as coisas de modos diferentes. Saudades daqueles abraços nos fins de tarde, daqueles beijos roubados, daquelas risadas ao telefone, das brigas idiotas [...] Não me refiro a uma pessoa, e sim, a muitas. Todas aquelas que me mudaram e de alguma forma, já me fizeram sofrer. Eu tento entender porque as perdi... Depois acho inútil. Pra quê? Isso não faz com que retornem, apenas fere novamente, abre as cicatrizes. São tantas coisas para pensar, que a confusão é inevitável. Tento ver aonde tenho errado, no que errei, e o que deixei passar, mas não consigo enxergar nada. Tenho sido diferente, mas nada muito ocasional. O fato é que tudo isso é irrelevante e desnecessário. O meu passado não muda, apenas me machuca. São apenas lembranças de algo mal resolvido, superficial (pelo menos por outros olhos). O que mais me surpreende é que tudo isso ainda, está me ferindo. Preciso de um novo motivo para acreditar que vai ser diferente, pois, afinal, do que adianta mudar se as condições são as mesmas? 

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

“Por que Deus ganha crédito quando alguma coisa boa acontece?” - Dr. Gregory House

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Des[amor].

Afinal, o desamor é tão natural quanto o amor?


sábado, 2 de outubro de 2010

Você pode?

Ele me toca, e eu perco todos os sentidos. Não há razão que justifique mergulhar naquele cheiro, no calor dos teus braços, na leveza dos seus lábios. Você ainda pode sentir isso? [...]

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Tudo outra vez.

E se eu disser que tudo é predestinado?
Acreditariam em mim? Aliás, eu acreditaria em mim?
Se tudo o que tenho está aqui,
Porque não viver agora?

Diga-me o que precisa dizer,
Não tenha medo de continuar,
Não tenha medo de desistir.
Apenas o que você precisa...

Eu não sou mais o que costumava ser,
Não desejo o que seria comum.
Não posso falar o que realmente quero,
E me seguro ao que tenho.


Desculpas e mentiras valentes,
Frustrações passadas...
Coloque-as sobre a mesa.
Mude o que puder, mas não continue,
Não assim.
Leve-me para outro lugar.
Algum, lá fora.

Nada de bom senso,
Nada de regras e padrões...
Nada de planos.
Posso ir pra qualquer lugar.

Mas preciso que saiba,
Que estarei aqui.
É assim, assim que quero.
O vento sopra tudo,
E estou iniciando,
Tudo outra vez, por você.

domingo, 12 de setembro de 2010

Se palavras mudassem alguma coisa, cartas de amor teriam sentido, músicas mudariam o mundo, as colunas de jornais seriam lidas por todos e desculpas bastariam. Mas realmente elas não valem muita coisa perto do que fazemos. Talvez elas sejam mais uma prova de que o ser humano é estúpido ou realmente sejam verdadeiras, e esse deve ser o fato pelo qual as pessoas sempre duvidam de tudo que se é lido. Queria que as minhas palavras mudassem tudo, porque a única coisa que elas transmitem, é tudo que sinto. Insignificante para a maioria, tudo pra mim. Ainda sim, insignificante...
Todo ser humano é suscetível ao erro.